O Inventário Cultural Participativo da Capoeira de Belo Horizonte, realizado pela Associação de Resistência Cultural da Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), tem como objetivo viabilizar o registro da Capoeira como patrimônio cultural municipal, consolidando um processo iniciado em 2018 pelos próprios mestres e capoeiristas da cidade.
A iniciativa fortalece o protagonismo dos detentores do bem cultural, que há mais de 15 anos se organizam em defesa da valorização da Capoeira e da implementação de políticas públicas de salvaguarda.
